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SELEÇÃO DE PROFESSOR SUBSTITUTO – EDUCAÇÃO FÍSICA

O Processo Seletivo Simplificado (SPP) para contratação temporária de professor(a) substituto(a) de Didática e Prática de Ensino de Educação Física é regido pelo Edital MEC/UFRJ nº 34, de 29 de janeiro de 2021 e pelas Normas Complementares (anexo).

 

Devido à pandemia, o PSS será realizado de modo remoto. As inscrições serão realizadas do dia 02 ao dia 05 de fevereiro de 2021.

Para realizar a sua inscrição é necessário enviar um e-mail para substituto.edd.ufrj@gmail.com com os seguintes documentos anexos (extensão PDF):

 

(a) Ficha de inscrição (anexo);

 

(b) Documento de Identidade, válido em território nacional ou o passaporte;

(c) CPF;

(d) Currículo Lattes ou Currículo Vitae, em formato digital, com documentação comprobatória;

(e) Diploma de Graduação, em acordo com o item 2.1, alínea b, do Edital e comprovante de conclusão de Curso de Especialização ou dos créditos necessários para a apresentação da dissertação de Mestrado ou tese de Doutorado, em acordo com o item 2.1, alínea c, do Edital.


Homologação das inscrições.

Resultado da Avaliação do Currículo.

Agendamento da Prova Oral.

Resultado da Prova Oral.

Resultado final

Complexo e escola básica reforçam elo para formar professores

Texto: Coryntho Baldez

Ilustração: Rodrigo Rocha

Mesmo com os entraves às atividades acadêmicas impostos pela pandemia, o projeto inovador da UFRJ no campo da formação docente avançou para uma nova etapa na virada do ano.

O Complexo de Formação de Professores (CFP) celebrou convênio com a Secretaria Municipal de Educação (SME) do Rio de Janeiro, em 30/12/2020, para fortalecer a formação de professores da rede básica e valorizar a carreira docente.

 

Amadurecida em longo processo de diálogo com a rede pública municipal, a parceria promoverá um conjunto de ações articuladas de formação inicial e continuada, que serão discutidas e planejadas coletivamente entre a Universidade e as chamadas escolas parceiras.

 

O acordo de cooperação configura um marco estratégico para o Complexo, segundo Carmen Gabriel, coordenadora do CFP. “É a formalização de uma parceria que constitui a alma do Complexo, que só tem sentido se estabelecer articulações orgânicas e estáveis com as escolas da educação básica”.

 

Para a professora titular da Faculdade de Educação (FE) da UFRJ, o convênio propicia a crescente institucionalização das relações com as instâncias vinculadas ao ensino básico. E favorece, ainda, a consolidação de um “terceiro espaço” – que reúne universidade e escola em permanente diálogo e interação – com vários tipos de ações formativas.

 

“O que gostaríamos é justamente que esse espaço tenha uma visibilidade maior dos sujeitos que dele participam e das iniciativas desenvolvidas. A nossa cartografia dos percursos formativos, certamente, dará essa visibilidade”, assinalou.

Além disso, ela confia que a parceria permitirá operacionalizar os princípios vitais do Complexo: a horizontalidade, a integração e a pluralidade.

“Professor é formado no chão da escola”

 

A reitora da UFRJ, Denise Pires de Carvalho, disse que o convênio “muito nos orgulha’ porque representa mais um passo do Complexo em direção ao que classificou como o seu principal objetivo: “uma maior articulação entre o ensino superior e o ensino básico no nosso estado”.

 

Com a parceria, ela acredita que a UFRJ e a rede municipal vão aperfeiçoar a formação de professores no ensino básico e permitir aos educadores novas experiências formativas para o exercício do magistério, “seja no Rio de Janeiro ou em outras regiões do país, caso migrem para outros estados”.

Em poucas palavras, Denise procurou resumir a essência da concepção de formação que norteia o convênio: “O melhor professor é aquele formado no chão da escola, porque é ensinando que se aprende a ensinar”.

Para o ex-reitor Roberto Leher, em cuja gestão o Conselho Universitário (Consuni) aprovou por unanimidade a criação do CFP, a assinatura do convênio com a SME é motivo de alegria e boas projeções para o futuro da educação pública brasileira. “A UFRJ está inovando de maneira muito virtuosa o processo de formação de professores em nosso país”, frisou.

Para realçar a importância de uma universidade pública do porte da UFRJ assumir o protagonismo no campo da formação de professores, Leher lembrou que grande parte dos novos licenciandos do Brasil está matriculada em instituições privadas com fins lucrativos.

“Hoje, existem cerca de 640 mil licenciandos em cursos à distância de instituições privadas. Um número imenso, considerando que as universidades federais têm um pouco mais de 1,1 milhão de matrículas”, comparou. 

Para Leher, a atuação articulada do Complexo junto à rede de institutos e universidades federais na formação de professores poderá fazer frente a “essa ofensiva mercantil sem precedentes na área educacional que ocorre no país”.

A representatividade das escolas parceiras

A assessora da Coordenadoria de Educação Básica da SME, Daniele Peres, acredita que o êxito da parceria entre educação básica e universidade possibilita promover “encaminhamentos e ações em prol da política de formação docente, seja inicial ou continuada”.

Ela afirmou que o convênio fortalece a escola como lócus de formação profissional do professor e demais atores desse espaço e lembrou que apenas seis unidades participaram do projeto piloto da SME com o Complexo, iniciado em 2018, e agora ampliado.

“Com a celebração do convênio, passamos para 48 escolas, que atendem à Educação Infantil [creche e pré-escola], ensino fundamental e EJA [Educação de Jovens e Adultos]”, explicou.

Com 29 anos de rede municipal, atuando como professora e em projetos de pesquisa e extensão, Daniele ressaltou ainda que todas as escolas que integram a parceria “têm representatividade nas onze Coordenadorias Regionais de Educação [CREs] da SME”.

Mas, além de unidades de todas as regiões da cidade, outros critérios para a escolha das escolas parceiras – construídos junto com a SME ao longo de três anos – foram levados em conta na elaboração do convênio, segundo a coordenadora do CFP. 

Entre eles, Carmen citou o desejo da escola de “vestir a camisa” do projeto, o histórico da relação com a UFRJ no campo da extensão, pesquisa e estágio, e a necessidade de reunir estabelecimentos de todos os níveis de ensino da rede, evitando qualquer sub-representação.

O convênio incluiu ainda os antigos ginásios vocacionais, um grupo de escolas considerado importante para a rede municipal, de acordo com a coordenadora do CFP.

Esses critérios, segundo ela, não são perenes e nada impede que, no decorrer do período do convênio, com prazo inicial de vigência de dois anos, outras escolas se tornem parceiras.

As escolas produzem saber pedagógico

Os docentes da escola parceira Escultor Leão Velloso, na Pavuna, estão muito esperançosos em relação ao convênio, de acordo com o diretor da unidade, Lenon Santiago Mendes.

O projeto do Complexo, afirmou, fomenta e consolida uma importante rede de troca de saberes e experiências. “O professor é um profissional em permanente processo de formação, já que sua prática precisa estar em conformidade com as transformações e demandas sociais que também se renovam constantemente no mundo”, observou.

No cargo há três anos, Santiago ressaltou que a valorização da sala de aula como espaço não só de reprodução, mas também de produção de conhecimento, é um caminho para ampliar a formação docente.

A escola, segundo ele, é um espaço potente de pesquisa-ação e reflexão sobre a atividade docente e, por isso, lócus importante de formação do professor, junto com a universidade.

Para Santiago, o saber pedagógico também se reproduz e se legitima dentro da escola, portanto, não tem como haver uma formação docente sólida sem valorizar saberes que são frutos dessas vivências.

“Caminhamos no sentido de que a formação do graduando seja mais holística e próxima das realidades vívidas nas unidades escolares”, analisou.

Ana Pollilo, diretora da escola Bolívar, no Engenho de Dentro, também elogiou a chance de cooperação mais estreita entre a universidade e a escola pública aberta pelo convênio.

“A proposta do convênio é a horizontalidade. Nesse caminho, há possibilidade de os laços se estreitarem de forma produtiva e se tornarem muito maiores, uma vez que todos são agentes de formação, informação e de produção de conhecimento”, afirmou.

Ela contou que, desde 2018, a escola vem conversando com a UFRJ e traçando, juntas, os caminhos e as possibilidades de ações formativas que se ajustam melhor ao perfil da unidade.

O projeto do Complexo, segundo Ana, respeita a identidade da escola, por meio não só da escuta ativa, como também da consulta à direção, coordenação e professores.

Além disso, incentiva a criação de novas ideias e o aprimoramento de propostas em execução. “Prova disso, foi a feira virtual de ciências, realizada em parceria com o Projeto Fundão Biologia”, exemplificou.

Por fim, a diretora da escola Bolívar, no cargo desde 2018, salientou que a formação docente no Brasil está distanciada da realidade e, de modo geral, é deficitária.

“Muitos profissionais se graduam e quando chegam às escolas e cursos para trabalhar acreditam que a universidade não os preparou para a docência”, constatou.

Para ela, a proposta do Complexo vai além do estágio regular exigido por lei, ao inserir acadêmicos no cotidiano escolar e proporcionar oficinas aos estudantes e atividades de formação aos professores da educação básica.

“Dessa maneira, práticas e teorias são vivenciadas, possibilitando o aprimoramento da educação básica e científica”, completou.

PRORROGADA: CHAMADA PARA EXTENSIONISTAS

 
CHAMADA PARA EXTENSIONISTAS

para atuação no projeto Pedagogias da imagem – cineclube da Faculdade de Educação da UFRJ. O projeto privilegia a relação entre cinema e pensamento, no qual palestras e debates procuram instigar o público, motivado pelos filmes, a refletir sobre determinadas questões que eles suscitam. Trata-se de introduzir, por meio das constantes interpelações entre os campo da educação e da cultura, abordagens críticas e problematizadoras no contexto da divulgação científica, abrindo espaço para as artes, a filosofia e as ciências humanas. O projeto está em processo de migração temporária para acontecer em plataformas virtuais.

 
Se você se interessa por artes, cinema, audiovisual, design, educação, cultura, divulgação científica e diálogos interdisciplinares, venha fazer parte de nossa equipe. Buscamos estudantes extensionistas para atuar na reformulação e adaptação do projeto para o meio remoto, na produção e no planejamento do semestre, envolvendo-se em algum dos seguintes perfis:
 
REDAÇÃO
 
Redação de matérias e textos jornalísticos e ensaísticos;
 
Redação de textos de divulgação e crítica sobre cinema, educação e áreas afins;
 
Apoio a atividades acadêmicas da FE e atividades afins.
 
 
PROGRAMAÇÃO VISUAL
 
Programação visual, elaboração de logos, identidade visual e comunicação em redes sociais (WordPress, Twitter, Instagram e Facebook).
Planejamento, desenvolvimento e organização de fluxo de trabalho e postagens.
 
Apoio a atividades acadêmicas da FE e atividades afins.
 
 
AUDIOVISUAL
 
Operação de plataformas de streaming e transmissão online.
Gravação de vídeos, manuseio de equipamento de vídeo e foto, edição de vídeo.
Apoio a atividades acadêmicas da FE e atividades afins.
 
Além deste perfil, é fundamental que os estudantes demonstrem comprometimento, dedicação e profissionalismo.
 
 
Entre em contato até sexta-feira, dia 22/1/2021, pelo email secult@fe.ufrj.br, anexando seu CV, histórico escolar, CRID e portfólio (quando houver), além de um texto de apresentação (até no máximo 500 palavras), inserindo ‘Cineclube’ e o perfil desejado no assunto do email (‘Redação’, ‘Programação visual’, ‘Audiovisual’).
 
ATENÇÃO: DATA LIMTE PARA ENVIO DE INSCRIÇÕES PRORROGADA PARA 25/1/2021, ATÉ MEIO-DIA.
 
Entrevistas remotas acontecem nos dias 28/1 e 29/1, em horário a combinar.
 
Atenção: necessário haver disponibilidade para 4 horas semanais.
 
Mais informações sobre o SeCult aqui: http://www.educacao.ufrj.br/secult/
 

Extensionistas para o Complexo de Formação de Professores

 
 
Atenção, Extensionistas!
 
Para o Complexo de Formação de Professores: Projeto de Avaliação e Monitoramento da Política Interinstitucional
 
Disponibilidade: Terças, das 17h às 19h + 4h livres para desenvolvimento das atividades
 
Total de 180h de extensão
 
Inscrições para a extensão até 22 de janeiro aqui.
 
Contato: cfp.comissaoavaliacao@gmail.com
 
#PraCegoVer: Descrição: Cartaz com fundo bege e borda vermelha. No topo à esquerda está localizado o logo do Complexo de Formação de Professores da UFRJ. No topo à direita, há o logo da UFRJ e, ao lado, o logo comemorativo dos 100 anos da UFRJ (1920-2020). Logo abaixo, há a seguinte chamada em destaque, com letras beges e fundo vermelho: “Atenção, Extensionistas! Abaixo, em letras menores na cor vermelha, está escrito: Para o Complexo de Formação de Professores: Projeto de Avaliação e Monitoramento da Política Institucional. Disponibilidade: Terças, das 17h às 19 h + 4 h livres para desenvolvimento das atividades total de 180h de extensão. Contato: cfp.comissaoavaliacao@gmail.com”

Podcast: Paideia no plural

Um teaser que apresenta o novo nome do podcast da Faculdade de Educação da UFRJ, explicando alguns dos motivos por trás da escolha do nome ‘Rádio Paideias’, evocando releituras contemporâneas (e no plural) da noção grega que articula educação e cultura.
 
Quer ouvir? Procura a gente no Spotify, Apple Podcasts, Castbox ou acesse aqui.