Professor André Bocchetti, da Faculdade Educação da UFRJ, recebe o Prêmio Paulo Freire na ALERJ

Professor André Bocchetti, da Faculdade Educação da UFRJ, recebe o Prêmio Paulo Freire na ALERJ
Além dele, outros 22 profissionais da Educação receberam a honraria.

Gabriella Almeida

Na segunda-feira (13), o professor André Bocchetti, da Faculdade de Educação da UFRJ, recebeu o Prêmio Paulo Freire durante cerimônia na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj). A premiação reconhece 23 iniciativas inovadoras de educadores no contexto da pandemia de Covid-19, além  de marcar as comemorações do centenário do patrono da Educação brasileira.

Com o projeto intitulado “Os Sons da Educação do Brasil”, Bocchetti recebeu o prêmio de Experiência Pedagógica no Ensino Superior. Os outros premiados receberam seus títulos em categorias como: Projeto Político-Pedagógico, Experiência Pedagógica no Ensino Fundamental, Experiência Pedagógica na Modalidade Educação Especial, Experiência Pedagógica na Modalidade Educação de Jovens e Adultos e Experiência Pedagógica no Ensino Médio.

“O objetivo é reconhecer ações que sejam importantes para a promoção da educação, da ciência e da tecnologia em nosso estado, projetos que contribuem para a redução das desigualdades sociais por meio do processo de aprendizagem. É importante que haja acesso à educação de qualidade, que se prepare para o exercício da cidadania, para o mercado e para o futuro”, disse o presidente da Comissão de Educação da Alerj, o deputado Flávio Serafini (PSol), que conduziu a sessão ao lado do presidente da Comissão de Ciência e Tecnologia da Casa, deputado Waldeck Carneiro (PT).

Para Bocchetti, o reconhecimento da ALERJ significa: “ver reconhecida a força da arte, da experimentação e do sensível na formação dos(as) licenciandos(as). A experiência de inventar com diferentes sonoridades, de fazer e pensar políticas educacionais com elas, deu sentidos valiosos ao trabalho que fizemos remotamente; abriu espaço para produzirmos coletivamente nesses tempos nos quais as telas só exacerbam o individualismo das mensurações excessivas e das ideias de  “educação de qualidade” propostas por muitos. Nesse momento de ataque à universidade e à formação docente como o nosso, ser premiado por um trabalho desses só nos lembra que precisamos continuar a inventar, no cotidiano às vezes microscópico de nossas aulas. Há muita força nessas criações de todos os dias.”

A cerimônia foi transmitida pela TV ALERJ e também contou com homenagens póstumas aos profissionais da Educação vítimas da pandemia de Covid-19. Carla Musa e Claudete Barros receberam as Moções de Aplausos e Congratulações in memoriam, e Claudio Meneguelli, Jorge Najjar e Lucindo Ferreira da Silva Filho, a Medalha Tiradentes.

Fonte: Site da Alerj

(Foto: Thiago Lontra, site da Alerj)