Cineclube Pedagogias da Imagem: Exibição do filme ‘Verdades e mentiras’ (F for fake – França/Irã/Alemanha Ocidental, 1973), de Orson Welles

Pedagogias da Imagem – cineclube da Faculdade de Educação da UFRJ.

Dia 30/4/2019, às 17h.

Exibição do filme ‘Verdades e mentiras’ (F for fake – França/Irã/Alemanha Ocidental, 1973), de Orson Welles.

Seguido de palestra:

Para além de verdade e mentira: considerações sobre as potências do falso

Alexandre Mendonça
Doutor em Filosofia pela UFRJ.
Professor da Faculdade de Educação da UFRJ.

Local: Auditório Manoel Maurício de Albuquerque, prédio do CFCH (próximo ao Cópia Café).
Campus da Praia Vermelha
Av. Pasteur, 250 – Urca
Horário: 17h
(sujeito à lotação do auditório – capacidade de 100 lugares).

Pedagogias da Imagem é um projeto coordenado pelo SeCult – Setor de Cultura, Comunicação e Divulgação Científica e Cultural da Faculdade de Educação da UFRJ, vinculado ao programa CINEAD – Cinema para Aprender e Desaprender. O projeto privilegia a relação entre cinema e pensamento, procurando instigar o público a refletir, com os filmes, sobre questões que eles suscitam e reverberam.

Entrada franca.

Contato e agendamento de grupos: pedagogiasdaimagem@gmail.com

PROEDES promove palestra sobre Feminismo, Antirracismo e Inclusão em sala de aula

PROEDES promove palestra sobre Feminismo, Antirracismo e Inclusão em sala de aula

No dia 13 de maio, o Programa de Estudos e Documentação Educação e Sociedade (PROEDES) receberá a visita da professora Luana Tolentino, da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP). Na ocasião, Luana ministrará a palestra “Outra educação é possível: feminismo, antirracismo e inclusão em sala de aula” e lançará um livro com o mesmo título.

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Chamada para o V Seminário do EDF


EXPERIMENTAÇÕES: RESISTÊNCIA E EDUCAÇÃO NO OLHO DO FURACÃO

Datas: 10, 11, 12/09/2019

Propostas por e-mail de 15/04 até 02/07

E-mail: seminarioedf2019.ufrj@gmail.com

Proposta

Toda pesquisa é um processo de experimentação através do qual buscamos criar novos conhecimentos acerca dos temas e questões que nos concernem e nos constituem. A palavra experiência mobiliza assim uma acepção ambígua, relacionando-se tanto à trajetória do especialista como à situação-limite, situação de perigo daquele que desconhece, que ignora.

Em nota para seu livro “Poesia como experiência”, Philipe Lacoue-Labarthe se utiliza da análise etmomlógica encetada por Roger Munier para observar que:

“Experiência vem do latim experiri, testar, tentar, provar. O radical é periri, que também pode ser encontrado em periculum, risco, perigo. A raiz indo-europeia é per, a qual está ligada às ideias de ‘travessia’ e, em segundo plano, de prova, teste. (…) A ideia de experiência como ‘travessia’ é etmologicamente e semanticamente difícil de separar da ideia de ‘risco’. Em seus primórdios e em um sentido fundamental, ‘experiência’ quer dizer expor-se ao ‘perigo’.” (Roger Munier, maio de 1972, apud Philipe Lacoue-Labarthe, Poetry as Experience, 1986 [1999]).

Sendo a Universidade o local por excelência da pesquisa, pensamos que seria conveniente lançar essa temática: a pesquisa como proposta de experiência, pesquisa como experimentação, como utilização dos saberes adquiridos, mas também como uma exposição ao perigo, o retorno a um estado de não-saber, de curiosidade, que é a base de desassossego que anima toda construção de conhecimento.

Notamos também que no termo “experimentações” encontra-se a palavra “ações”, que diz respeito ao sentido mais agudo da palavra resistência. Deste modo, ao explorar o caráter experimental próprio à educação, visa-se aqui a promoção de resistências múltiplas e criativas contra as formas de empobrecimento da vida. Assim também, por que não repensarmos as formas de avaliação? Repensar o uso de conceitos como os de fracasso escolar, aluno fraco, repetente, indisciplina, entre outros, que estigmatizam aqueles que não se encaixam nos padrões sociais hegemônicos.

As resistências aparecem com o sentido de invenção e experimentação de novos conceitos, práticas, novos espaços, outras formas de relação professor e estudante nas quais outros recortes e configurações de conhecimento possam ser explorados. Experimentações: os fazeres artísticos em todas as suas expressões, os estudos ambientais, estudos do corpo, os embates da política e o que eles podem nos oferecer tanto do ponto de vista individual como em comunidade.

O que está em causa quando falamos de pesquisa como experimentação e resistência é a questão da universidade como espaço de liberdade. Para Tim Ingold (2018), a liberdade “como qualquer outra tarefa, tem que ser executada. A liberdade é executada, na academia, nas atividades de ensino, pesquisa e estudo, e exemplificada na relação dos acadêmicos com os seus pares, com os estudantes e com a sociedade em geral. É sempre work in progress; nunca podemos desistir dela e assumir que esteja ganha.”

No V seminário do EDF, nos propomos pensar o presente da Universidade através das experimentações e invenções em curso nas pesquisas que fazemos. Algumas questões guiam a nossa proposta: que pesquisas/experimentações estamos desenvolvendo? O que está em causa nessas pesquisas? Como elas se relacionam com a ideia da Universidade como espaço de liberdade e resistência? Que riscos enfrentamos? Que práticas devemos preservar ou inventar? O que queremos reivindicar e como podemos nos organizar?

Comissão organizadora:

Andreza Berti
Bernardo Oliveira
Reuber Scofano
Teresa Gonçalves
Thiago Fortes Ribas

Nota da Reitoria da UFRJ informa sobre suspensão de aulas e expediente em 10/4

Reproduzimos abaixo Nota oficial da Reitoria da UFRJ, publicada no seguinte link:  https://ufrj.br/noticia/2019/04/09/nota-oficial

Em decorrência das fortes chuvas nos dias 8 e 9/4 que afetaram edificações e vêm provocando problemas severos de mobilidade, a Reitoria decidiu suspender as aulas e o expediente nesta quarta-feira, 10/4, das unidades da UFRJ na cidade do Rio de Janeiro e em Duque de Caxias. 

As aulas e o expediente do campus Aloisio Teixeira em Macaé não estão suspensas. As atividades administrativas relativas à infraestrutura, às finanças, às licitações, aos pagamentos dos servidores e aos serviços essenciais, como atendimento hospitalar, estão mantidas, exceto em casos em que o setor expressamente avaliar que as condições de trabalho estão prejudicadas. 

A Prefeitura da UFRJ e o Escritório Técnico da Universidade visitarão as áreas mais atingidas. Objetivando elaborar um diagnóstico da situação, os diretores e decanos realizarão um levantamento da situação de suas unidades, especialmente para verificação de danos nas edificações. 

Reitoria da UFRJ

9/4/2019